Elbert Hubbard foi um filósofo e escritor americano, dizia neste momento em princípios do século XX que “uma máquina pode fazer o trabalho de cinquenta homens correntes, todavia não existe nenhuma que possa fazer o serviço de um homem inusitado”. Esta mesma pergunta foi debatida no último encontro que o Fórum Econômico Mundial (FEM) celebra-se anualmente em Davos. Segundo o FEM estamos hoje no ápice de uma quarta revolução industrial. Os avanços tecnológicos em áreas como a inteligência artificial, robótica, nanotecnologia, a impressão em 3D, ou a genética, estão dando ambiente a uma nova era industrial.
Verdadeiramente, o progresso tecnológico tem significado, em geral, um acrescentamento de riqueza e de criação de postos de serviço, no mínimo a enorme tempo. No entanto, a nova era da robótica e da inteligência artificial podes simbolizar uma mudança pra uma escala nunca antes vista.
Sob este cenário, o possível encontro a respeito da economia, o emprego e as condições de serviço ainda não está nada claro. Infelizmente, ela teme que o crescimento desproporcional da procura de profissionais altamente qualificados de setores minoritários, não será suficiente pra agrupar a perda de emprego em massa que vem de algumas partes do mercado de serviço.
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Estes autores predizem a chegada da automação em duas ondas separadas por uma “planalto tecnológica”. A chegada do carro autônomo vai assumir a automação do transporte e da logística ao longo da próxima década. A automação da geração industrial é simplesmente uma continuação de uma tendência que tem vindo observando-se, nas últimas décadas, em que robôs industriais têm vindo a assumir a maioria das tarefas de rotina. Para esta primeira onda, ele permanecerá a uma posterior desaceleração na automação de postos de serviço devido à persistência dos gargalos que dificultam.
O que os autores do estudo consideram como um planalto tecnológica em que as melhorias tecnológicas só permitirão uma lenta substituição da mão-de-obra. Nesta fase, o ritmo de automação depende, principalmente, dos desafios, da sabedoria e manipulação. A segunda onda tecnológica pra automação vai precisar, principalmente, a superação dos gargalos que representam interessantes marcos para a inteligência artificial, como são as habilidades pra criatividade e as relações humanas. Dessa forma ocupações que exijam altas exigências pro desenvolvimento de conhecimentos e habilidades sociais, como esta de profissões altamente especializadas que impliquem o desenvolvimento de recentes ideias e produtos, são as menos suscetíveis à automação.
Por último, vão sobressair as ocupações que exigem um alto grau de inteligência social. Este poderá ser o caso dos quadros e gestores, ou outros profissionais em que as habilidades pra gerir pessoas, argumentar e solucionar problemas, ou negociar e persuadir os outros, é um porte fundamental. O mesmo podes ser dito da maioria das ocupações em setores como o da educação ou da assistência sócio-sanitária, como esta de os profissionais das artes cênicas ou os meios de comunicação.